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A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina informou que o estado registrou apenas um caso de hantavirose em 2026. O caso aconteceu em fevereiro, no município de Seara, no Oeste catarinense, e a paciente já está recuperada e recebeu alta hospitalar.
Segundo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), não há motivo para preocupação ou emergência sanitária. A doença segue sendo monitorada pelas equipes de saúde do estado.
A SES também esclareceu que o vírus registrado recentemente em um navio de cruzeiro, que chamou atenção nacional, é diferente da linhagem encontrada em Santa Catarina. No estado, não existe transmissão da doença entre pessoas. A contaminação ocorre pelo contato com urina, fezes e saliva de roedores silvestres infectados.
Entre 2020 e 2026, Santa Catarina confirmou 92 casos da doença. Em 2026, até agora, foi registrado somente este caso em Seara.
Os principais sintomas da hantavirose são febre, dores no corpo, dor de cabeça, mal-estar, náuseas e dificuldade para respirar. Em casos graves, a doença pode afetar os pulmões.
A principal prevenção é evitar contato com locais com presença de ratos silvestres, manter ambientes limpos e ventilados e utilizar proteção durante limpezas em locais fechados por muito tempo.


