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O Carnaval reúne muita gente e, com a aproximação entre as pessoas, os cuidados com a saúde precisam ser redobrados. A Secretaria de Estado da Saúde orienta a adoção de medidas simples para curtir a folia com segurança.
Beijos e contato direto com a saliva podem facilitar a transmissão de vírus, bactérias e fungos, principalmente quando há feridas na boca, como no caso do herpes labial. Entre as doenças mais comuns está a mononucleose, conhecida como “doença do beijo”, que causa febre, cansaço, dores no corpo e ínguas.
Outras infecções também podem ser transmitidas pelo beijo. Por isso, a recomendação é evitar contato com pessoas que apresentem feridas visíveis, manter a higiene e procurar atendimento médico caso surjam sintomas.
As Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) também merecem atenção. Sífilis, gonorreia e HPV podem ser transmitidas pelo beijo, especialmente quando há lesões na boca. Muitas dessas doenças não apresentam sintomas, o que aumenta o risco de transmissão.
A orientação é realizar testagem regular, manter a vacinação em dia e, em caso de exposição de risco, procurar uma Unidade Básica de Saúde. O SUS oferece gratuitamente a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), que deve ser iniciada em até 72 horas após a possível exposição ao HIV.
O Carnaval é tempo de alegria, mas a prevenção é essencial para aproveitar a festa com saúde e responsabilidade.


